Jiboia é morta após ser atropelada na AL-220 e Instituto SOS Caatinga volta a cobrar quebra-molas em São José da Tapera

Foto. : SOS CAATINGA 

A morte de uma jiboia de grande porte, após ser atropelada na rodovia estadual AL-220, na região da Curva do Cabloco, na zona rural do município de São José da Tapera,  reacendeu o alerta sobre a necessidade de medidas para proteger a fauna silvestre no Sertão de Alagoas.

Após o registro da morte do animal, o Instituto SOS Caatinga do Sertão de Alagoas voltou a fazer um apelo ao Governo de Alagoas para que sejam implantados quebra-molas nos trechos considerados críticos da rodovia, com o objetivo de reduzir a velocidade dos veículos e diminuir os constantes atropelamentos de animais silvestres.

Segundo o Instituto, a solicitação para a instalação dos redutores de velocidade já havia sido encaminhada ao Estado. No entanto, até o momento, apenas placas de sinalização foram implantadas nos locais indicados.

A entidade afirma que a sinalização, embora importante, não tem sido suficiente para evitar novos casos de atropelamento, especialmente em áreas onde há intensa circulação de animais da fauna nativa.

Diante da morte da jiboia, o SOS Caatinga reforçou o pedido para que as autoridades competentes adotem medidas mais eficazes, como a instalação de quebra-molas e outras ações de proteção à vida silvestre.

O Instituto destaca que os atropelamentos representam uma ameaça à biodiversidade da Caatinga, provocando a morte de diversas espécies e comprometendo o equilíbrio ambiental da região. Além da preservação da fauna, a redução da velocidade também pode contribuir para aumentar a segurança dos motoristas que trafegam pela AL-220.

Por Adalberto Gomes com informações do SOS Caatinga

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