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Turismo e titulo de Patrimônio Histórico ameaçados pelo caos na gestão municipal de Piranhas


Foto: Guia Viagens Brasil
A cidade ribeirinha de Piranhas, sertão de Alagoas, banhada pelo rio da integração nacional o ‘Velho Chico’, de exibições em novelas, filmes e documentários para todo o mundo, através da mídia televisa, detentora de belos casarios coloniais, de cultura e história que sobressaem na riqueza alagoana, trilha um roteiro de lixo, sujeira, abandono, nos principais logradouros públicos, realidade promovida pela prefeitura da cidade.

A preservação do patrimônio histórico e a proteção ao patrimônio cultural, artístico, turístico e paisagístico, são requisitos essenciais para se manter o titulo do Tombamento, mas, é perceptível o descumprimento do poder público municipal, através da falta de proteção das paisagens naturais notáveis, bem como da falta de incentivo do acessão à cultura, a exemplo da dispensa de todos os músicos da Filarmônica Municipal Mestre Elísio e do teto do Centro de Artesanato prestes a desabar. Além de sofrer punições por parte do IPHAN - Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, os gestores de Piranhas poderão figurar no polo passivo de Ação Popular, medida judicial que tem cabimento na proteção do patrimônio histórico e cultural.

A gestão da cidade que o visitante e o turista gostam de ver e vivenciar a rica história cultural do município e do seu povo, promove revolta da população com o acumulo de lixo em ruas e avenidas, com a falta de medicamentos, com a falta de transporte escolar, com energia elétrica cortada de prédios públicos, e com a falta de iluminação pública em quase toda a cidade, fragilizando a segurança para os munícipes e para os turistas.

Após as eleições, muitos servidores contratados foram demitidos sem o recebimento das remunerações dos meses trabalhados. Com isso, o serviço público está deficiente e a máquina administrativa está praticamente parada.

SEM ESPERAR

Por conta da ‘fedentina’, do surgimento de escorpiões e de até urubus em plena cidade, muitos moradores do Bairro Nossa Senhora da Saúde estão fazendo o recolhimento do lixo acumulado há semanas nas ruas, numa demonstração de inoperância e incompetência da gestão municipal, visto que as verbas inerentes aos repasses estão vindo regularmente para os cofres da prefeitura.

“Todo esse sofrimento a gente passa porque não tem ninguém que ajude a gente. Os vereadores estão calados e a gente não entende porque eles não cobram do prefeito que resolva essa situação”, declarou o piranhense João Batista.

Por Engenho de Notícias

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