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Gestão da Ufal negocia com estudantes manutenção de serviços essenciais

Atividades como concursos e posses de servidores, folha e pagamento de pessoal, empenhos e colações de grau foram inseridas na lista de serviços considerados prioritários  
Ocupantes montaram barricada nas entradas frontal e lateral do prédio da Reitoria
Após ocupação de todo o prédio da Reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) pelos estudantes que resistem à aprovação da PEC 55 e à Reforma do Ensino Médio, integrantes da gestão iniciaram, na manhã de hoje, uma rodada de negociação com uma comissão designada pela categoria estudantil. Ficou acordado que, dos 25 setores situados no local, 11 serão mantidos em funcionamento atendendo a demandas consideradas prioritárias.

Entre os setores, estão as pró-reitorias de Gestão Institucional (Proginst), Gestão de Pessoas e do Trabalho (Progep), Pesquisa e Pós-Graduação (Propep), Graduação (Prograd), Extensão (Proex), os departamentos de Contabilidade e Finanças (DCF), de Pessoal (DAP) e de Registro e Controle Acadêmico (DRCA),  Procuradoria Federal, Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) e Secretaria dos Conselhos. Atividades como concursos e posses de servidores, folha e pagamento de pessoal, empenhos e colações de grau foram inseridas na lista de serviços considerados essenciais.

Durante negociação com os estudantes, a reitora Maria Valéria Costa Correia destacou que respeita a autonomia do movimento, mas que, enquanto gestão, precisava colocar em discussão muitas das demandas cujas respostas deverão ser dadas emergencialmente.

A preocupação com o prazo-limite dado pelo Ministério da Educação para realização de empenhos, que é 10 de novembro, foi dada como exemplo. Os estudantes acataram algumas das solicitações dos gestores, sendo mantidos os serviços informados. A negociação continua, em breve outras informações serão publicadas no site.

Por Ascom Ufal

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