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Produção de cosméticos em Maravilha/Al transforma vida de mulheres

Associação no Sertão de Alagoas usa leite de cabra como matéria-prima para produtos 

Sabonetes em barra, sabonetes líquidos, hidratantes e buchas vegetais, à base de leite de capri, são o ponto forte da Natucapri, associação de mulheres do Município de Maravilha
Sabonetes em barra, sabonetes líquidos, hidratantes e buchas vegetais, à base de leite de capri, são o ponto forte da Natucapri, associação de mulheres do Município de Maravilha (Foto: André Palmeira)
Sabonetes em barra, sabonetes líquidos, hidratantes e buchas vegetais. Esta é a produção da Natucapri, associação de mulheres do Município de Maravilha, a 240 km de Maceió, que utiliza o leite de cabra como matéria-prima para confeccionar cosméticos.

Atendida pelo Arranjo Produtivo Local (APL) Ovinocaprinocultura no Sertão, o negócio surgiu para gerar renda para 20 produtoras rurais. Por meio das capacitações oferecidas pelo APL, as associadas aprenderam a se comunicar melhor com os clientes e a negociar.


“A presença do APL foi fundamental para o desenvolvimento da Associação. Desde que a gente produziu o primeiro sabonete, o APL esteve presente, nos incentivando e apoiando”, afirma a presidente da Natucapri, Maria José dos Santos.

Instalada em uma casa alugada pela Prefeitura de Maravilha, a produção da Natucapri é bem variada. Com um litro de leite de cabra é possível produzir até 600 sabonetes, de forma artesanal.

As associadas utilizam ainda essências para combater a oleosidade, espinhas e hidratar a pele. O trabalho da Associação agora é para obter o selo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com a superintendente de Desenvolvimento Regional e Setorial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas, Giselle Mascarenhas, a certificação da Natucapri pela Anvisa é uma das prioridades da Sedetur.

“A Sedetur está trabalhando para viabilizar a certificação da Natucapri pela Anvisa. Com o selo, a Associação poderá expandir, agregar mais mulheres na região e, consequentemente, gerar mais renda no Médio Sertão alagoano”, explicou Giselle Mascarenhas.

 Blog Adalberto Gomes Noticias com Agência Alagoas

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