Em Pão de Açúcar, acusado de homicídio em 2013 é condenado a mais de 19 anos de prisão
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O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio da Promotoria de Justiça de Pão de Açúcar, conseguiu, nesta quinta-feira (19), a condenação de Sosthenes Alves dos Martires pelo homicídio qualificado de José Petrúcio, conhecido como Liguinha.
Com a promotora de Justiça Martha Bueno Marques de Pinto representando o MPE/AL no Tribunal do Júri, o réu foi condenado a 19 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado.
“Além do homicídio qualificado, sustentamos em plenário a reincidência do réu no crime, que já havia sido praticado em outro estado da Federação”, disse.
O assassinato aconteceu em 2013, na Avenida Bráulio Cavalcante, em Pão de Açúcar. A vítima estava em frente a uma agência bancária, quando Sosthenes chegou de motocicleta no local. Ele desceu da garupa e deflagrou tiros de armas de fogo contra Liguinha, que veio a falecer.
Segundo os autos, Sosthenes cometeu o homicídio por conta de uma rixa que ele possuía com a a vítima e seus familiares. O crime teve grande repercussão à época.
O motorista da motocicleta, Stênio Lisboa Silva, chegou a ser denunciado, mas deixou de sentar no banco dos réus porque, no decorrer do processo, também foi vítima de homicídio. Nesse caso, ocorre a extinção de punibilidade.
Com a promotora de Justiça Martha Bueno Marques de Pinto representando o MPE/AL no Tribunal do Júri, o réu foi condenado a 19 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado.
“Além do homicídio qualificado, sustentamos em plenário a reincidência do réu no crime, que já havia sido praticado em outro estado da Federação”, disse.
O assassinato aconteceu em 2013, na Avenida Bráulio Cavalcante, em Pão de Açúcar. A vítima estava em frente a uma agência bancária, quando Sosthenes chegou de motocicleta no local. Ele desceu da garupa e deflagrou tiros de armas de fogo contra Liguinha, que veio a falecer.
Segundo os autos, Sosthenes cometeu o homicídio por conta de uma rixa que ele possuía com a a vítima e seus familiares. O crime teve grande repercussão à época.
O motorista da motocicleta, Stênio Lisboa Silva, chegou a ser denunciado, mas deixou de sentar no banco dos réus porque, no decorrer do processo, também foi vítima de homicídio. Nesse caso, ocorre a extinção de punibilidade.
Por ascom MPE/AL
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