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Belo Monte comemora 60 anos de emancipação política nesta terça-feira, 24, confira a história do município e a programação festiva

Cidade de Belo Monte/ Imagem google
O município de Belo Monte, sertão alagoano, completa 60 anos de emanicipação política nesta terça-feira, 24. O município fica localizado às margens do Rio São Francisco e tem uma população de  6. 797 mil habitantes de acordo com os dados do IBGE.

Conheça a história do município

A exploração do rio São Francisco, a partir de 1850, possibilitou uma série de novas descobertas aos desbravadores da região. Ao atingir o rio Ipanema, foi encontrado, à sua margem, um caminho aberto para o interior, descobrindo, na verdade, o caminho que levava a Pesqueira, em Pernambuco. Exatamente no ponto de encontro entre os dois surgiu um núcleo populacional, onde missionários, colonizadores e comerciantes dos centros maiores faziam seus negócios - hoje ficou conhecido com Barra de Ipanema.

Foi dessa localidade que partiu um cidadão - cujo nome não foi registrado - com destino à região atualmente ocupada pelo município de Belo Monte, iniciando seu trabalho com a fundação de uma fazenda de gado. O curral da propriedade ficava onde hoje é a casa número 70, na Praça Epaminondas Machado,. e até hoje podem ser encontradas nas rochas as ruínas da casa grande.

A Lei Provincial nº. 960, de 1885, criou a freguesia. Em 1886, foi elevada à condição de vila, já com o nome de Belo Monte. Daí por diante sofreu muitas modificações em sua estrutura político-administrativa. Foi anexada e incorporada por outros municípios várias vezes. Em 1947, a sede foi transferida para a então Vila de Batalha, permanecendo Belo Monte um distrito. Só em 1958 conseguiu sua autonomia.

O nome de Belo Monte originou-se da beleza topográfica da sua área, que, segundo a tradição corrente, fôra D. Pedro II, que na sua passagem por aqui, assim a batizou; de fato, quando ele criou Vila Lagoa Funda, já no decreto da criação mudara o nome para Belo Monte. Ainda restam três casas que foram senzalas: uma na Praça Epaminondas Machado, nº. 69, pertencente a João Soares Lima e já reformada em parte; a outra situada atrás das casas, na descida para o porto de Baixo, ainda primitiva e estragada, atualmente pertencente a Bonifácio Campos e há ainda uma casa que foi senzala no povoado Jacobina.

No município, há onze templos católicos: dois em Belo Monte, a Matriz Nossa Senhora de Bom Conselho, a capela de Santa Terezinha do Menino Jesus; uma capela em Restinga; duas na Barra do Ipanema (uma no povoado e outra na ilha em frente), uma no Riacho da Jacobina, duas em Olho D'Água Novo, uma em Maria Preta, uma em Poço do Marco e uma em Jacobina. Há também cinco templos evangélicos: dois da Igreja Pentecostal do Brasil, uma em Belo Monte e uma na Restinga, e três igrejas da Assembleia de Deus, uma em Belo Monte, uma na Restinga e uma no riacho da Jacobina.

Sabe-se, pela população mais velha, que Belo Monte nunca recebeu visitas (ao menos de público) de Lampião ou dos cangaceiros, ou sofreu jamais vexames da parte deles).

Suas principais festas são a de Bom Jesus dos Navegantes ocorre no município no período de 29 de dezembro a 1 de janeiro, e da Padroeira (Nossa Senhora do Bom Conselho), que é comemorada todos os anos dia 2 de fevereiro.

Confira a  programação festiva:

07h - Hasteamento dos pavilhões em frente a prefeitura.
08h - Inauguração no Povoado Barra do Ipanema.
11h30min - Inauguração no Povoado Piranhas
13h - Inauguração no Povoado Olho D' Água Novo
14 h - Inauguração na Creche Dona Betinha
15h -  Inauguração do Ginásio de Esportes
15h - Torneio de Futebol com Funcionários Públicos

 Por Redação Blog Adalberto Gomes Notícias

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