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Em Delmiro Gouveia, Vereadora Fabíola faz duras críticas à administração municipal

 
Vereadora Fabíola Marques/Imagem Câmara Municipal de Vereadores
A vereadora Fabíola Marques fez duras críticas à administração municipal durante a sessão desta quinta-feira, 1º de março. Ela explicou que o município vem passando por graves dificuldades de ordem administrativa. “Sabemos que 2017 foi um ano difícil, faltou organização administrativa e planejamento financeiro. Assistimos uma gestão atrapalhada e sem comando, e a população carente de serviços públicos reclamando todos os dias. 

O gestor justificou a falta de verba para cumprir as demandas do município, alegando que o orçamento que tinha não foi planejado pela sua equipe”, falou a vereadora. Fabíola falou que para 2018 o gestor não tinha mais desculpas sobre a questão orçamentária, uma vez que a Casa aprovou no final de 2017 um orçamento de mais de R$ 144 milhões. “A gestão não tem mais desculpas, ela tem que reagir e essa Casa Legislativa, não pode ficar omissa Temos que acompanhar essa execução do orçamento e fiscalizar. Não se admite que Delmiro Gouveia, com 52 mil habitantes, um município tão importante do Sertão de Alagoas, estar numa situação como esta”, disse.

A vereadora demonstrou o orçamento aprovado para a área da saúde, explanando os números de cada programa e frisou que diante dos montantes não se admitia a falta de médicos, de medicamentos e o desgaste com a sociedade delmirense. “Deixo aqui o meu compromisso de acompanhar mensalmente, por meio do balancete, a execução financeira e orçamentária da gestão. Peço aos meus colegas que me ajudem a acompanhar para que seja prestado um serviço de qualidade e que as famílias delmirenses tenham respeito”, finalizou. 

A parlamentar ressaltou que não tem motivos para o gestor dizer que não tem dinheiro, uma vez que R$ 10 milhões mensais nos cofres públicos é uma quantia relevante. “Sabemos da crise, sabemos que a dificuldade existe, mas sabemos também que nos cofres da Prefeitura entra um média de 10 milhões mensais, não justifica dizer que não tem dinheiro, tem que manter pelo menos o básico funcionando. O delmirense não quer obras estruturantes, mas busca uma a saúde de qualidade, um exame, uma ambulância, ter um tratamento humanizado. E é isso que nós queremos, é o básico, o essencial funcionado. R$ 144 milhões é muito dinheiro. O gestor tem que começar a administrar o básico para nosso povo”, disse.

Por Assessoria

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