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Delmiro Gouveia contará com Central de Interpretação de Libras

Central visa promover a acessibilidade na comunicação entre as pessoas com deficiência auditiva e a sociedade
Central visa promover a acessibilidade na comunicação entre as pessoas com deficiência auditiva e a sociedade (Fotos: Ascom/Semudh)
O município de Delmiro Gouveia vai receber, até o final de junho, a segunda Central de Interpretação de Língua Brasileira de Sinais - Libras (CIL) de Alagoas. A viabilização do equipamento acontece por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh), Ministério dos Direitos Humanos, Prefeitura de Delmiro Gouveia e Associação dos Deficientes Físicos de Delmiro Gouveia (Adefideg).

De 15 a 1 deste mês, a Semudh irá realizar uma capacitação para o pessoal que fará o atendimento na Central. Visando melhorar a comunicação entre ouvintes e a comunidade surda, dezessete servidores municipais também irão participar do treinamento.

O propósito da CIL é promover a acessibilidade na comunicação entre as pessoas com deficiência auditiva e a sociedade de um modo em geral. A secretária de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos, Claudia Simões, destacou a importância da unidade, como instrumento para a quebra das barreiras de comunicação, encontradas pelas pessoas não ouvintes.

“O governo Renan Filho prima pela proximidade e interação com a população, e somente por meio da inclusão se consegue atingir esse objetivo”, afirmou a secretária.

Essa é a segunda Central implantada em Alagoas e a escolha do município de Delmiro, segundo Claudia Simões, foi por ser a região mais distante de Maceió. A primeira foi instalada em agosto de 2015, na capital alagoana. Nesse período, a central já atendeu a mais de dois mil surdos no Estado.

O trabalho consiste no acompanhamento dos usuários por um intérprete, em atividades ligadas à saúde, cidadania e justiça,

As histórias de assistência realizada pela CIL, que atende usuários de todo Estado, são as mais diversas, desde consultas médicas e pendências judiciais que se arrastavam por conta da dificuldade de comunicação, até relatos de conflitos familiares e de violências cometidas contra mulheres em situação de dupla vulnerabilidade, por também ser surda.

 Por Blog Adalberto Gomes Noticias com Agência Alagoas

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